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Barril vira vaso para plantas

junho 20th, 2011 Posted in Flores

Além de envelhecer bebidas destiladas, barris de madeira podem ser usados para cultivar ervas e flores. Mas, para isso, precisam ser impermeabilizados tanto no lado interior quanto no de fora.

barril

Balanço para vasos de flores

junho 20th, 2011 Posted in Flores

Adorei esta ideia que foi publicada na revista francesa Marie Claire Idées: uma simples tábua de madeira com furos para abrigar vasos de barro pode ficar suspensa, amarrada ao tronco de uma árvore, como na foto, ou pendurada no teto de uma varanda ou cantinho perdido da casa. Para fazer os buracos, você precisa de uma furadeira e uma pequena serra. Meça o diâmetro externo do vaso, logo abaixo da faixa que contorna sua boca e deixe os furos na tábua com a mesma medida. Encaixe-os para checar se deu certo, depois é só plantar as espécies – e curtir a sua instalação.

balanco

Dica de decoração – Terraço verde para relaxar

junho 20th, 2011 Posted in Flores

Olha que terraço delicioso de ficar. Os desníveis da escada tornaram-se oportunos para o jardim virar um mirante. Com cara de sala de estar, cada nível ganhou elementos de lazer e relaxamento. As chaises pretas de madeira, posicionadas no meio dos patamares, têm vista privilegiada para as plantas, entre elas orquídeas, orquídeas-bambu e palmeiras-fênix.

Terra  o para relaxar

Desafie a gravidade com o seu próprio jardim suspenso

junho 17th, 2011 Posted in Flores

Se quiser um cantinho verde diferente em sua casa faça como o holandês Fedor van der Valk: esqueça definitivamente os vasos. O paisagista cria jardins suspensos, em que as plantas ficam penduradas por linhas. Funciona assim: dentro de uma esfera, formada por terra e musgo, a raiz da planta é envolvida por uma espécie de rede feita com fios resistentes. Depois, o arranjo é fixado no teto e parece flutuar no ar. Confira as imagens.

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A Click & Grow cria vaso de plantas inteligente que cuida das suas plantas por você

junho 17th, 2011 Posted in Flores

Os vasos Click & Grow são dotados de sensores que determinam a quantidade de água e fertilizante necessários para manter as plantas vivas e floridas.

Segundo o site Treehugger, o sistema da Click & Grow usa a técnica de aeroponia, onde as plantas são mantidas suspensas no ar e recebem água e nutrientes por aspersão. Para que o vaso inteligente cuide da planta, basta colocar as sementes especiais (adquiridas separadamente) no local indicado e conectá-lo a um computador por meio de um cabo USB.

Um programa de crescimento para o tipo da planta será acionado, e irá regá-la e adubá-la seguindo as instruções do software.

Os modelos apresentados vão desde a versão básica, onde é preciso completar um tanque de água, até versões mais avançadas, que coletam água do ar, conforme informações do site Earth Techling – www.clickandgrow.com

O vaso é dotado de sensores para a quantidade de água e fertilizante.

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Conheça os diversos agentes da polinização

junho 17th, 2011 Posted in Flores

Todos os segredos de um novo organismo vegetal estão contidos em cada minúsculo grão-de-pólen (invisível a olho nu). Envolto em grânulos resistentes a ácidos, a altas temperaturas e a outros fenômenos da natureza, resistem protegidos e reconhecíveis por centenas de milhares de anos.

A polinologia tem condições de analisar sedimentos de lagos e pântanos, podendo reconstituir o estado da antiga vegetação destes ambientes. Através de longos tubos que trazem das profundidades material sedimentado em camada, é possível revelar o diagrama polínico daquelas localidades, e assim obter-se dados como: clima dominante na época, a chegada de novas plantas, desmatamentos, uso de herbicidas, mudanças ambientais, etc.

A polinização pode se dar através de diversos agentes: vento, insetos, pássaros, água, morcegos e homem. Se o transporte é feito pelo vento, as plantas são chamadas anemófilas; se através de insetos, são denominadas entomófilas; se realizado pela água, as plantas são chamadas de hidrófilas; se pelas aves, as plantas denominam-se ornitófilas; se pelos morcegos, as plantas são quiropterófilas; se polinizadas com a ajuda do homem, são plantas antropófilas.

As flores polinizadas pelo vento, como as coníferas, as gramíneas e ciperáceas, são desprovidas de nectários, de aromas e de envoltórios coloridos. Apresentam entretanto, superprodução de pólen, pólen pequeno e peso reduzido; alguns com câmaras de ar e outros comestigma plumoso.

Na polinização feita por animais, diversas são as formas de atração que as plantas apresentam, como: coloração do cálice, da corola, modificações da flor, odores e nectários.
As flores polinizadas por morcegos, como algumas paineiras e o baobá, só se abrem à noite, exalando um odor forte.

As polinizadas por mariposas, como a dama-da-noite, possuem um perfume suave. Assim como os nectários, se situam no fundo de uma longa corola tubulosa. Somente as mariposas podem promover sua polinização, pois só elas possuem uma espirotromba capaz de alcançar o fundo da corola.

As flores diurnas polinizadas por multidões de insetos ou aves, possuem odor suave. São ricas em néctar e muito coloridas, como a maria-sem-vergonha, polinizada por borboletas, as margaridas e girassóis por abelhas, a eritrina e hibiscos por beija-flores.

As plantas aquáticas como a Vallisneria, têm sua flor masculina levada para a feminina pela correnteza da água.

A polinização feita artificialmente pelo homem, em certos vegetais como a baunilha e a tamareira, cujas polinizações naturais são muito deficientes, contribui acentuadamente para o aumento da produção de seus frutos. Nos desertos da Arábia, cultiva-se o hábito de sacudir cachos masculinos sobre a inflorescência feminina das tamareiras, promovendo dessa maneira uma maior fecundação com resultados surpreendentes na época da colheita.

Segundo pesquisadores, a abelha visita 10 flores por minuto, demorando-se dez minutos em cada excursão fora da colméia. Em média, faz 40 vôos diários, tocando 4.000 flores.
Uma família normal de abelhas manda para o campo pelo menos 10.000 trabalhadores que passam em 40 milhões de flores. Dois terços de aproximadamente 225.000 espécies de angiospermas (plantas com flores e frutos) dependem dos insetos.

Fonte de pesquisa: Informativo Verde

Você sabia que pode mudar as arvores de lugar?

junho 16th, 2011 Posted in Flores

Se você pretende transplantar uma árvore de um lugar para outro, prepare-a com antecedência para que tudo dê certo. Embora pareça ser trabalhoso, vale a pena, pois você pode formar um bosque ou pomar no lugar que quiser.

1. Na primavera, comece a preparação. Com uma faca afiada, cave uma vala circular a uns 20 cm do tronco. Ela deve ter uns 10 cm de largura e a profundidade de uma pá. Depois, preencha com uma mistura de partes iguais de terra e composto orgânico e pode 1/3 dos ramos da árvore.

2. No outono ou na próxima primavera, as raízes já terão se formado no espaço da vala. Cave então uma nova vala por fora da primeira, para poder liberar o bolo de terra com as novas raízes.

3. Pegue um pano de estopa de 1,20 por 1,20 m e dobre pela metade. Incline o torrão e enfie a estopa, enrolada até o meio, na parte de baixo. Em seguida, incline o torrão em direção da estopa, pegue a ponta enrolada e vá puxando cuidadosamente até o outro lado do torrão.

4. Abra o pano, de modo que o torrão fique no centro. Com tiras de pano, faça nós nos quatro cantos. Junte as pontas ao redor do tronco e amarre bem firme.

5. Para plantar em outro lugar, cave um buraco duas vezes mais fundo e largo que o torrão. Coloque 15 cm de composto orgânico. Em seguida, junte uma mistura de terra e composto orgânico até formar uma base suficiente para alinhar a parte superior do torrão com o nível do solo.

6. Centralize bem o torrão e preencha as laterais do buraco com a mesma mistura. Quando 3/4 do buraco já estiverem preenchidos, regue a superfície. Deixe a água drenar e acabe de preencher com a mistura de solo.

Ferramentas para suas plantas

junho 16th, 2011 Posted in Flores

ferramentas de jardinagem
Uma erva daninha precisa ser arrancada; uma mudinha deve ser transplantada; um galho tem que ser podado. Essas e outras tarefas necessárias para manter as plantas sadias e viçosas fazem parte do dia a dia de quem lida com as plantas.

Mesmo que seu jardim sejam alguns poucos vasos que você cultiva dentro de casa, o ideal e poder contar com o auxilio de instrumentos adequados.

Uma lista minima desses apetrechos (usados principalmente em vasos, mas também úteis para o jardim) inclui um regador, um borrifador manual, um alicate de poda, um canivete, um escarificador e uma colher de jardineiro.

As ferramentas e seus usos

Um regador pequeno, de bico fino, é apropriado para regar o solo do vaso, por baixo da folhagem. Se você usar água de chuva a temperatura ambiente, tanto melhor. Para que isso seja possível, deixe sempre um regador cheio dentro de casa.

A irrigação das folhas pode ser feita com um pulverizador: seus leves jatos de água facilitam muito a limpeza da planta. Com esse instrumento, é possível a aplicação de inseticidas e adubos foliares. Mas não se esqueça de etiquetar os produtos a fim de evitar confusões, que poderiam ser prejudiciais, as plainas.

Para eliminar galhos excessivos e dar forma à planta ou para tornar mais abundante sua folhagem e floração é necessário proceder a podas regulares. O instrumento mais indicado para as plantas de interior é um alicate de poda, também chamado tesoura corneta. Com um canivete fica muito mais fácil preparar as plantas para enxertos. Você precisa de disposição e alguma paciência.

As mini-ferramentas

Bastantes práticas as mini-ferramentas são encontradas em estojos contendo três ou quatro peças – colher, escarificador, ancinho e garfo – conforme o modelo.

O ancinho serve para nivelar a terra e remover resíduos e torrões. O escarificador um ótimo instrumento para revolver a camada superior do solo – normalmente endurecida por causa das irrigações – e permitir que o ar chegue até as raízes. As colheres de jardineiro apresentam diversas utilidades: desde encher os vasos de terra, até fazer pequenas covas e transplantar mudinhas. O, garfo serve especialmente para perfurar o solo, facilitando a semeadura.

No entanto, alguns dos instrumentos citados podem eventualmente ser substituídos por velhos utensílios de cozinha. Um garfo de dois dentes ou uma colher já muito usados, por exemplo, são tão úteis quanto seus correspondentes de jardinagem.

Muitos outros itens, menos essenciais, poderiam ser acrescentados ainda à sua relação de ferramentas para cultivo de plantas de interior: uma peneira comum, para peneirar a terra dos vasos, luvas protetoras e um pincel para a limpeza das folhas.

Todos esses equipamentos podem ser encontrados facilmente em casas especializadas em artigos de jardinagem, lojas de ferragens e até mesmo em supermercados.

Fonte de pesquisa: Livro Plantas e Flores

Aprenda como montar um vaso de plantas

junho 16th, 2011 Posted in Flores

A montagem de um vaso exige técnica, deve-se dar a planta tudo o que necessita para a sua sobrevivência, pois como é um ser vivo, todos os cuidados são necessários.

No caso de vasos de cimento e cerâmica, a impermeabilização interna é de extrema importância, pois serve para que a umidade não deteriore o acabamento externo.

Uma boa camada de drenagem com argila expandida no fundo se faz necessário, por cima colocar uma manta geotêxtil, que é um tecido filtrante que não deixa que o substrato se misture com o dreno.

Para o plantio, o uso de um substrato adequado é muito importante, pois só a terra não dá à planta as condições necessárias de aeração, retenção de umidade e escoamento de água.

Depois de executado o plantio, o acabamento final se faz colocando por cima do substrato, uma camada de cobertura que pode ser feita com musgo, seixos, cavaco de madeira ou pedriscos.

Faça um Jardim sob medida para o seu gato de estimação

junho 14th, 2011 Posted in Flores

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Os banhos de sol do gato Bartolomeu nunca mais foram os mesmos depois da concepção do jardim de 50 m² para o bichano, nesta casa no Alto de Pinheiros, em São Paulo. Mesmo sem ter o perfil de animal de área externa, o gato passeia muito mais pelo jardim depois que as paisagistas Claudia Diamant e Marina Domingues incluíram um deque elevado com vegetação. “Inicialmente, o deque foi instalado pela necessidade de esconder a casa de máquinas e o trocador de calor da piscina. Mas o gato se saiu bem”, diz Marina.

A elevação do deque permitiu o uso de espécies de grande porte, como os quatro exemplares de palmeira-eafórtia. A forração de grama-amendoim, experimentada por um período, foi alvo fácil de escavação para o gato, por isso as paisagistas a substituíram por dólar – parecido com o dinheiro-em-penca. “Áreas com animais precisam de manutenção mais freqüente”, afirma Marina.

Boa estratégia para conter os ânimos do gato, as caixas de aço galvanizado emolduram os maciços de moréia e dificultam o acesso à espécie. No patamar inferior, a folhagem estriada da alpínia variegada virou o esconderijo de Bartolomeu. Mas, com seus pêlos brancos, é fácil, fácil encontrá-lo.

Para o bichano, sol e movimento
Fácil de ser domesticado, o gato precisa de pouco espaço. Jardins são um bônus na rotina do animal, que gosta de tomar sol. Se houver meios, a dica do veterinário Rodrigo Caldas, da Policlínica Consolação, de São Paulo, é planejar uma área elevada para os passeios do bicho.

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